21 de Fevereiro de 2009
Dívida publica |
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A rebaja das taxas de juro está a deixar aos investidores sem alternativas de investimento seguras e, ao mesmo tempo, rentables. Sem ir mais longe, a dívida pública, que em 2008 era a opção mais atraente para os investidores menos arriscados, está rebajando a passo forçado seu interesse. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Tesouro Público tem chegado a colocar Letras a um e três meses a uma taxa de juro zero, isto é, sem rentabilidad. Na Europa, enquanto no ano passado chegaram-se a emitir Letras a um ano acima do 4%, na actualidade mal superam o 2%. Os experientes opinam, ademais, que a rentabilidad seguirá caindo ao compás das novas quedas que se esperam para o preço do dinheiro. Na actualidade, os tipos oficiais situam-se na Europa no 2,5%, mas algumas casas de análise prevêem que nos próximos meses cairão até o 1,5%. Sua repercussão será negativa sobre os activos de renda fixa a mais curto prazo.
Segurança em frente a rentabilidad
Muitos investidores têm girado a vista de forma compulsiva nos últimos meses para os activos de dívida pública, considerados os instrumentos de investimento mais seguros. No meio de uma profunda crise económica, a renda fixa governamental (Bonos e Letras emitidos pelos governos) apresenta-se como a alternativa idónea na que manter a poupança a bom arrecado. Os investidores apostam com força por estes instrumentos porque procuram segurança, acima de rentabilidad.
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17 de Fevereiro de 2009
Depositos |
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Os depósitos on-line, isto é, os que podemos subscrever por internet, têm a vantagem de que não precisamos ir à sucursal do banco a cada vez que desejemos realizar alguma operação (assinatura, renovação, cancelamento.. ) com eles. Mas além dessa vantagem, também oferecem algo mas de rentabilidad, já que proporcionam entre um 1% e mais 3% por meio-termo, acima dos depósitos tradicionais.
Os depósitos contratados através da rede estão destinados a prazo muito curtos, que não exceden dos doze meses e, em general, não contemplam comissões nem despesas de administração. Pelo que respecta a seu rentabilidad, a horquilla é muito ampla em função do tipo de produto seleccionado, o prazo ao que se dirige e as características do mesmo, mas está compreendida entre o 1,75% e 7,15%, ainda que cabe advertir que os de maior rentabilidad estão destinados a períodos promocionais. Assim mesmo há que ter em conta que alguns destes produtos têm estipulada uma penalización dentre um 0,50% e um 2% sobre o custo reintegrado antecipadamente durante os dias que faltam para o vencimento. Por outro lado sua contratação é muito singela, porque o mínimo exigido é a partir de 1.000 euros, ainda que também há que entidades que baixam desta quantidade. O único requisito para aceder a eles é ser cliente de um banco ou caixa de poupanças on-line, e dispor de uma contraseña.
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15 de Dezembro de 2008
Dívida publica |
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O novo leilão do Tesouro Público para o exercício 2009 é uma das menos atraentes para os interesses dos investidores dos últimos añvos, já que seu rentabilidad viu-se reduzida até o 1,24% nas Letras a 12 meses, ao 2,43% nos Bonos a dois añvos e ao 3,81% para as obrigações a 10 añvos. Mas, a mudança, constitui-se como um dos produtos mÃs seguros do panorama financeiro nesta épouca de turbulências.
Os depósitos a uma semana proporcionam uma rentabilidad de 0,93%, a duas semanas de 1,10% e a um mês o 1,24%. Também não a renda variable està resgatando o dinheiro dos pequeñvos e médios ahorradores, já que està desenvolvendo uma caÃdá livre que leva aos preços das compañÃas que cotam em Carteira a níveis desconhecidos -habrÃa que se remontar até 1997 para ver preços como os actuais-. De ahà que os investidores mÃs conservadores se decanten por produtos da dívida pública, que em sua modalidade de longo prazo oferecem até um 4,92% de rentabilidad. Os Bonos a dois e cinco añproporcionam-vos um 2,43% e 3,48% respectivamente, enquanto as obrigações a 10 e 30 añestipulam-vo-lo no 3,81% e 4,92%, as mÃs altas neste tipo de produtos de renda fixa.
Renda fixa para enfrentar o añou
O Tesouro Público emitirà ao longo de 2009 Bonos e Obrigações do Estado por valor de uns 87.000 milhões de euros. Apresenta-se asà uma oportunidade de investir em valores do Tesouro, para quem procuram maior rentabilidad das que oferecem nestes momentos as Letras do Estado. O Tesouro Público llevarà a cabo leilões todos os meses; as de Bonos tendrÃn lugar na primeira quinta-feira da cada mês. A diferença de outros añvos, as oportunidades de inversión em Bonos não sóo se ceñirÃn às principais referências a três e cinco añvos (2,75% em abril de 2012 e 4,25% em janeiro de 2014, respectivamente), senão que se reabrirÃn Bonos a prazo intermedios para ajustar às preferências dos investidores. Por exemplo, em fevereiro o Tesouro tem emitido referências com duas añvos. As Obrigações do Estado (com prazos superiores a cinco añvos) se subastarÃn na terceira quinta-feira da cada mês. También nestes prazos se combinarÃn as emissões das principais referências a 10, 15 e 30 añvos (4,60% em julho de 2009, 4,80% em janeiro de 2024 e 4,90% em julho de 2040, respectivamente) com reaperturas de obrigações com prazos intermedios.
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